Gente que ama Bichos


GeNtE QuE aMa BiChO


Vamos conhecer Histórias de pessoas que deixaram suas vidas para trás 
para cuidarem de animais.

>> Washington convenceu uma cidade inteira a libertar seus pássaros.
>> Fernando, Paulo e Alekssandra cuidam de cães e gatos abandonados.
>> Fair mudou a vida dos cavalos cegos, aleijados e em má condições.

Eles não ganham nada por isso, apenas a satisfação de tomar para si uma responsabilidade que é de todos nós, e que significa muito.

Vamos começar pela história de Fair e os cavalos:

Magro, exausto, caído no chão, o cavalo continuado sendo maltratado pelo seu dono, numa avenida movimentada de Porto Alegre. Chocado com a cena, o filho de Fair telefonou para a mãe pedindo sua ajuda. “Fui até lá, chamei a polícia, fiz um escândalo que saiu até na Tv. Aquilo não podia continuar”, conta a aposentada de 62 anos.
 Fair nunca teve contato com os cavalos, mas andava percebendo os mal tratos, quando os gaúchos passavam com eles recolhendo os lixos da cidade. “Vi alguns usando correia de bicicleta nos cavalos”. Ele ainda diz: “Eles sofrem com falta de água, carregam muito peso e os animais não tem cuidados com a saúde”.  Foi aí que Fair e seu filho quiseram tomar esse problema para eles.
 Meses depois, Fair descobriu  que a prefeitura faria leilões de cavalos resgatados da rua. No anúncio, os cavalos pareciam saudáveis e bonitos, mas ela desconfiou e foi ver pessoalmente os cavalos que seriam leiloados. “Os cavalos estavam debilitados, cegos e até aleijados”.
 Fair procurou a promotoria do Meio Ambiente para mover uma ação contra a prefeitura. Acabou fazendo um acordo pelo qual arrematou os 30 cavalos por 100 reais cada um.
 Foi assim que começou a História da ONG Chicote nunca mais. Criada por Fair, a amiga e por 400 associados, a instituição mantém um sítio para o qual são levados os cavalos recolhidos pelas autoridades por maus-tratos. Lá, eles são tratados pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, que é parceria da iniciativa. Quando estão recuperados, os cavalos são adotados por pessoas que se comprometerem a não utiliza-los para atrações, esporte nem reprodução. Eles ainda lutam pela punição dos responsáveis. Fair ainda conta “Dá trabalho, mas apenas ter dó, não basta. Tem que ter atitude”.

Faça como a Fair e seu filho, um ato de bondade pode mudar tudo. Não perca se quer uma oportunidade. 

Não perca a próxima postagem do "GeNtE QuE AmA BicHo".